quarta-feira, 1 de novembro de 2017

FAMÍLIA GARCIA

A família Garcia é muito conhecida no Brasil. Por aqui, a sua popularidade é alta, mas existe um país onde os descendentes tem mais força. Confira abaixo um pouco da história, curiosidades e modelos de brasão dos Garcia.

O sobrenome Garcia, assim como tantos outros, não surgiu no Brasil, por uma simples razão de que o Brasil foi colonizado e habitado primeiramente por estrangeiros. Dessa forma, os sobrenomes vêm de outros países e acabam ganhando popularidade uma vez que os imigrantes fizeram do Brasil sua nova morada.

Origem da família Garcia

Este é um sobrenome português de provável origem ibérica. A forma Garcias dá a ideia de que este seja um patronímico, ou seja, derivado de um nome próprio, assim como Garcez. Esta é só uma das origens deste sobrenome, que teve outra maneira de ser constituído.
Alguns historiadores afirmam que este vem do basco Harsea (o urso). O que acontece é que provavelmente ele tenha vindo também de gartzea (o jovem). Por isso, há uma certa confusão entre os historiadores sobre a verdadeira origem dos Garcia.
É possível que todas as origens apresentadas sejam verdadeiras. Desse modo, estas são famílias independentes que possuem o mesmo sobrenome, mas não o mesmo sangue.

Curiosidades

Na Espanha, este sobrenome é bastante popular. Há uma estimativa de que 5% dos espanhois sejam descendentes dos Garcia.


Variantes do sobrenome Garcia
Em documentos antigos foram encontrados registros das variantes Garsia, Garsea e Garcea.  Garcez, Garce, Garcey, Garseso, Garcés, Garsía, Garcíaz, Carcía também são outras formas. Mesmo assim, a mais utilizada, popular nos dias de hoje é Garcia ou García.
As outras grafias mostradas anteriormente também podem ser encontradas, mas com certa dificuldade. Desde que Garcia se firmou como está, as famílias passaram o sobrenome atual aos descendentes.

Brasão da Família Garcia

O brasão encontrado para a família Garcia de Portugual é feito de prata, com três leopardos de vermelho, armados e lampassados de azul, um sobre outro. Este é um dos modelos encontrados que , ao que parece, é o mais original desta família.

Outros modelos de brasões são encontrados. Existe até mesmo um modelo em que uma garça é encontrada no escudo, fazendo referencia a outra provável origem deste sobrenome. Uma característica bem comum nesses brasões é a cor vermelha.
brasao-sobrenome-familia-garcia
brasao-sobrenome-familia-garcia-espanha
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

PERDEU A NAMORADA PARA UM PARENTE COM O DOBRO DE SUA IDADE

FOI ASSIM QUE O LICO VILELA ACABOU PERDENDO  A NAMORADA PARA UM PARENTE COM QUASE O DOBRO DE SUA IDADE

Lico Vilela com sua Filha Lúcia


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O Lico (Hilarindo Garcia da Silva), agora com os seus 91 anos de idade, se diverte  quando narra o fato de um outro seu parente lhe quebrar a asa. Segundo nos reconta sua filha Lúcia, seu pai deveria ter uns 17 anos quando começou a namorar uma moça muito legal.

Era a prima Elídia, filha da tia dele, chamada Josina, irmã de seu Pai José Garcia. O sr. Antônio Goulart, pai da moça, não comia nada enrolado. Era o tipo severíssimo para com os filhos. Por isso, andavam dizendo que ela vivia doidinha para se casar, a fim de se livrar da tutela do pai carrancudo.

O namoro transcorria maravilhosamente tranquilo, embora rigorosamente vigiado pelo pai e pela mãe da moça.

Inadmissível para época, o fato de o namoro alongar-se por muito tempo. Ela nada falara sobre casamento e ele também. O namoro prolongava-se por uns 4 anos.




Foi aí que apareceu um tal de Dico (Arcedino. Arcedico, Dico), filho da Maria Cândida e Olímpio e neto de um dos cabeças da família Garcia, sr. Joaquim Garcia, irmão de meu avô Francisco Garcia da Silva (Vejam a sua ascendência logo abaixo).


Solteirão e com o dobro da idade do Lico já ultrapassava a casa dos 40.


Viera decidido a se casar com a bela prima Elídia.




Sem nenhuma cerimônia, já foi pedindo a mão da moça em casamento.



Independentemente do consentimento da filha, o sr. Antônio Goulart, na hora, concordou sem pestanejar e, a partir daí, tudo ficou arranjado. E, diga-se de passagem, a moça não se fez de rogada aceitando o casamento sem qualquer reserva.
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Primeira Reunião da Família "Garcia da Silva" em Capitólio-MG em julho de 2015

O Lico, que se diverte com esta narrativa, teve de se arranjar com outra consorte, bem mais tarde, tendo com ela vivido muito bem, graças a Deus!



DETALHE: O moço antes de pedir alguém em casamento teria de obter a autorização de seu próprio pai.


NOTA TRISTE - No dia 22/09/2017, com imenso pesar, recebi de sua filha Elidia Eunice a notícia de seu falecimento à 1:30 h da manhã. Ele tinha sido internado em 28 de agosto com grave pneumonia nos dois pulmões e não estava respondendo aos medicamento ministrados.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

EDITE PARA SI MESMO AS LISTAS DE PARENTES NO EXCEL


AGORA VOCÊ PODE ACESSAR E EDITAR PARA SI MESMO AS LISTAS DE TODOS OS OS NOSSOS PARENTES ORGANIZADAS NAS ORDENS:





- DE CÓDIGOS ENGLOBANDO CADA FAMÍLIA

- ALFABÉTICA

- POR NÍVEL DE PARENTESCO



CAMINHO: 1 - Ao clicar em um dos links abaixo lhe aparecerá uma lista apenas para leitura;
2 - Acima das letras que indicam as colunas do excel você verá o botão "Editar pasta de trabalho". Clique nele; 3 - Aparecerá, então, uma "janela em verde". Clique em "Editar no Excel"

NOTA: Se, porventura fizer alguma alteração, por favor, envie-a, com todas as informações relativas às
relações de parentesco, com fotografias, históricos, etc., para o meu FACEBOOK: OSWALDO DE PAULA GARCIA.

Clique na opção desejada - RELAÇÃO EM ORDEM:


DE CÓDIGOS
ALFABÉTICA
PARENTESCO



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

HISTÓRIA CONTADA POR MINHA AVÓ (A DINHA): A MENINA QUE, MESMO DORMINDO, VELAVA POR SUA IRMÃ.



A Luíza era filha de um ex-escravo que continuou como agregado de João Caetano Alves, cuja filha, Rosa Caetano Alves (a Dinha) tinha com ela uma amizade de irmãs e era assim que viviam.
Certo dia, o velho João disse para o pai da Luíza:

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- Compadre, ou a Rosa vai morar com vocês ou a Luíza terá de vir morar conosco. As duas nunca se apartam.Ao que o ex-escravo respondeu:

- De forma alguma, compadre! Eu sou um pobre agregado, mas o sr. é "cafelista". Neste caso a Luíza irá morar em sua casa.
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Para a duas "irmãs" não aconteceu mudança alguma, pois tudo continuou como antes.
Certa noite, a Rosa acordou assustada por causa de um barulho estranho que vinha lá de fora. Acordou então a Luíza, que dormia com ela na mesma cama, dizendo: "Vamos ver o que está acontecendo lá fora!". A Luíza, muito medrosa, não quis saber de sair lá fora, mas disse, sem sair da cama, que ficaria olhando-a do alpendre.


A Rosa, valentemente foi ao terreiro. Via, segundo disse, perfeitamente sua companheira olhando-a do alpendre. Mesmo com medo, examinou detidamente todo o ambiente e como nada percebesse de anormal e, movida pelo medo, correu com pressa. Como não via mais a "irmã" que,  antes, parecia estar na espreita, avançou para o quarto jogando-se sem nenhum cuidado na cama. Por isso, bateu com violência o cotovelo na Luíza que deixou escapar um "Ai". Então perguntou: "Por que você não continuou me esperando no alpendre?".

- Que alpendre?! Eu nem saí da cama!

- Mas eu vi você olhando de lá!

- Não mesmo! Você me acordou sim, mas mal acordei e dormi de novo!